Frota de Biguaçu fecha 2025 com 59.770 veículos, crescimento de 5,3% no ano

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Biguaçu fechou o ano de 2025 com frota de 59.770 veículos, segundo dados consultados nesta segunda-feira, 5 de janeiro, junto ao Departamento Estadual de Trânsito de Santa Catarina (Detran/SC), registrando crescimento de 5,345% sobre os 56.738 do ano anterior. Em números absolutos, o volume aumentou em 3.032 unidades.
A maior parte da frota biguaçuense é formada por automóveis, com 31.683 carros, seguida por 15.241 motos (motocicletas e motonetas), 3.798 caminhonetes (veículos destinados ao transporte de carga), 3.022 camionetas (destinado ao transporte de passageiros e carga), 1.900 caminhões, 1.809 reboques, 908 utilitários, 453 semirreboques, 390 caminhões-trator (puxam carretas), 184 ônibus, 117 micro-ônibus, 113 motorhomes, 73 tratores de rodas, 66 ciclomotores, 11 triciclos, um trator de esteiras e um trator misto.
Atualmente, Biguaçu tem a 23ª maior frota de Santa Catarina e a 347ª do Brasil, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE).
A evolução da frota biguaçuense nos últimos cinco anos foi de 26,77%. Em 2020, Biguaçu encerrou o ano com 47.147 veículos, passando para 48.314 em 2021, para 50.743 em 2022, 53.089 em 2023 e 56.738 em 2024.
Para o prefeito Salmir da Silva, “esse aumento na quantidade de veículos emplacados no município, aliado ao crescimento na geração de empregos no decorrer de 2025, quando batemos recordes seguidos no estoque de empregos formais, mostra Biguaçu fortalecida, pois quando as famílias ou as empresas adquirem novos veículos, é sinal de que a economia local está aquecida, gerando confiança para aquisição de bens de maior valor”.
IPVA
O crescimento da frota de veículos representa mais recursos para os municípios investirem em diversas ações, entre elas a manutenção de vias públicas. Metade do que os proprietários de veículos automotores pagam fica para o Estado e a outra parte volta para as prefeituras.
Em Biguaçu, a arrecadação anual com esse imposto gera mais de R$ 5 milhões líquidos por ano, de acordo com dados da Federação Catarinense dos Municípios (Fecam).


